Um ano após o anúncio da fusão, a Porto Seguro e o Itaú Unibanco estão prestes a concluir a integração das carteiras de automóveis e residências das duas seguradoras. Uma das últimas fases foi a integração dos 40 centros de atendimentos a sinistros, que passaram a ter a marca usada pelo Itaú.
A próxima etapa das duas empresas será a utilização de um sistema único de fornecimento de preços para os seguros de carros. A previsão é de que até dezembro tudo esteja concluído, diz o vice-presidente executivo da seguradora, Fabio Luchetti.
A meta da Porto e do Itaú é abrir mais 19 centros de atendimentos até o fim do ano. A Porto, conhecida no mercado pelos serviços que presta no seguro de carros, tinha seu próprio modelo, chamado de PAS (Posto de Atendimento ao Sinistro).
Nele, a seguradora avaliava o carro do segurado, enviava para uma oficina autorizada e o cliente ficava com o carro reserva. Já o Itaú tinha o CAR (Centro de Atendimento Rápido), que faz a vistoria e a liberação para o conserto. A diferença é que o próprio cliente leva o carro para a oficina.
No processo de fusão das duas carteiras, a Porto optou por ficar com a marca CAR, do Itaú e também por abrir os centros de atendimento para os clientes da Azul, seguradora do grupo com apólices mais baratas e com menos serviços. Na Azul, por exemplo, o desconto na franquia é de 15% e não há carro reserva. No caso da Porto, o desconto é de 35% e o carro reserva é por 15 dias.
"Os CARs surgem como um dos primeiros serviços aprimorados após a associação das empresas", diz Luchetti. As seguradoras vão manter as marcas separadas dos três seguros, que terão os nomes da Porto, do Itaú e da Azul, com preços e serviços diferentes.
13 setembro 2010
EcoMAPFRE da desconto para quem passa na inspeção veicular.
Você respeita o meio ambiente, é engajado em causas ambientais e se preocupa com o futuro do planeta? Então você vai gostar da promoção do Seguro MAPFRE Auto.
Se o seu carro for aprovado na Inspeção Veicular Ambiental, você recebe R$ 113 de desconto na renovação ou nova apólice do seu Seguro MAPFRE Auto por ter ajudado a melhorar o ar da nossa cidade.
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Participe! Esse é um presente da MAPFRE para você que respeita e cuida do meio ambiente.
*Válido para veículos licenciados na Cidade de São Paulo (exceto 0Km). Consulte as condições no regulamento da campanha.”
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19 março 2010
Preço do seguro de vida pode ficar mais barato
O preço do seguro de vida deve ficar entre 10% e 15% mais barato a partir deste ano. Ontem, foi lançada pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) e Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) a primeira tábua atuarial brasileira, chamada de BR-EMS (Experiência do Mercado Segurador Brasileiro).
Hoje as seguradoras tomam como base tábuas atuariais produzidas nos EUA, muitas delas atualizadas somente até o ano 2000. A tábua brasileira, desenvolvida pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) com base no histórico de mortalidade e sobrevivência dos participantes dos segmentos de seguros de pessoas e de previdência complementar no País, leva em conta maior expectativa de vida dos consumidores desse produto. Por isso os novos contratos terão preços menores, já que a probabilidade de que o segurado venha a falecer em um período curto é menor.
"As taxas de mortalidade para os homens acima de 40 anos que observamos na nova tábua são menores que as encontradas nas tábuas estrangeiras de referência usadas pelo mercado até aqui, o que deve gerar redução nos custos das apólices de seguros para clientes acima desta faixa etária", explica Jair Lacerda, presidente da Comissão Atuarial da Fenaprevi.
No caso das tábuas de sobrevivência, utilizadas pelas seguradoras para planejar o pagamento de benefícios dos planos de previdência complementar, os dados mostraram que havia boa aderência à AT 2000, tábua norte-americana usada como referência até agora pelas companhias brasileiras de seguros, e o mercado brasileiro ainda aplica um ajuste. Por isso, os planos de previdência não devem ter seus preços alterados.
A tábua brasileira mostra, entretanto, que há grande distanciamento entre a expectativa de vida da média da população brasileira, apurada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e a registrada entre os brasileiros participantes de planos de previdência.
Segundo dados do IBGE, a expectativa média de vida dos brasileiros do sexo masculino é de 69,1 anos. Entre os consumidores de planos de previdência, a nova tábua aponta que a idade sobe para 81,9 anos, consolidando diferença de exatos 12,8 anos. "O maior poder aquisitivo e grau de instrução dos consumidores de previdência frente à média da população podem explicar a diferença", diz Lacerda.
Entre as mulheres ocorre o mesmo fenômeno. A expectativa de vida das participantes de planos de previdência é de 87,2 anos. Entre as brasileiras, o número cai para 76,7anos, diferença de 10,5 anos.
Segundo o presidente da Fenaprevi, Marco Antonio Rossi, a partir de agora será possível dimensionar os riscos específicos do mercado local de forma mais acurada. "Isso ajudará no desenvolvimento da indústria e na inserção de maior número de brasileiros nas carteiras de vida e previdência." Cerca de 70 países têm tábuas de vida oficiais, mas apenas 10 possuem uma tábua própria para balizar o segmento.
Fonte: Diário do Grande ABC.
Hoje as seguradoras tomam como base tábuas atuariais produzidas nos EUA, muitas delas atualizadas somente até o ano 2000. A tábua brasileira, desenvolvida pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) com base no histórico de mortalidade e sobrevivência dos participantes dos segmentos de seguros de pessoas e de previdência complementar no País, leva em conta maior expectativa de vida dos consumidores desse produto. Por isso os novos contratos terão preços menores, já que a probabilidade de que o segurado venha a falecer em um período curto é menor.
"As taxas de mortalidade para os homens acima de 40 anos que observamos na nova tábua são menores que as encontradas nas tábuas estrangeiras de referência usadas pelo mercado até aqui, o que deve gerar redução nos custos das apólices de seguros para clientes acima desta faixa etária", explica Jair Lacerda, presidente da Comissão Atuarial da Fenaprevi.
No caso das tábuas de sobrevivência, utilizadas pelas seguradoras para planejar o pagamento de benefícios dos planos de previdência complementar, os dados mostraram que havia boa aderência à AT 2000, tábua norte-americana usada como referência até agora pelas companhias brasileiras de seguros, e o mercado brasileiro ainda aplica um ajuste. Por isso, os planos de previdência não devem ter seus preços alterados.
A tábua brasileira mostra, entretanto, que há grande distanciamento entre a expectativa de vida da média da população brasileira, apurada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e a registrada entre os brasileiros participantes de planos de previdência.
Segundo dados do IBGE, a expectativa média de vida dos brasileiros do sexo masculino é de 69,1 anos. Entre os consumidores de planos de previdência, a nova tábua aponta que a idade sobe para 81,9 anos, consolidando diferença de exatos 12,8 anos. "O maior poder aquisitivo e grau de instrução dos consumidores de previdência frente à média da população podem explicar a diferença", diz Lacerda.
Entre as mulheres ocorre o mesmo fenômeno. A expectativa de vida das participantes de planos de previdência é de 87,2 anos. Entre as brasileiras, o número cai para 76,7anos, diferença de 10,5 anos.
Segundo o presidente da Fenaprevi, Marco Antonio Rossi, a partir de agora será possível dimensionar os riscos específicos do mercado local de forma mais acurada. "Isso ajudará no desenvolvimento da indústria e na inserção de maior número de brasileiros nas carteiras de vida e previdência." Cerca de 70 países têm tábuas de vida oficiais, mas apenas 10 possuem uma tábua própria para balizar o segmento.
Fonte: Diário do Grande ABC.
01 março 2010
Sem pontos na carteira? Ganha desconto no seguro.
Porto Seguro lança vantagem inédita no seguro para estimular a gentileza no trânsito: clientes Auto sem pontos na carteira ganham 5% de desconto
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Quem circular a maior parte do tempo na Região Metropolitana de São Paulo e estiver sem pontos registrados na habilitação, conta com 5% de desconto no seguro automóvel da Porto Seguro (www.portoseguro.com.br). A prática, inédita no mercado segurador, é válida a partir de 1º de março e integra uma das ações já desenvolvidas pela Companhia para estimular os motoristas a serem mais cuidadosos e gentis no trânsito, por meio do Movimento ‘Trânsito Mais Gentil’ (www.transitomaisgentil.com.br). Outro objetivo é incentivar os condutores a evitarem práticas que possam gerar autuações: só na capital paulista, quase R$ 500 milhões devem ser arrecadados com multas ao longo de 2010.
“Partimos da premissa de que os motoristas com ‘zero’ pontos na carteira devem conduzir seus veículos com mais cautela, e que isso pode ser uma decorrência de quem promove mais a gentileza no trânsito. Por isso, decidimos valorizar essa atitude com 5% de desconto no prêmio líquido do seguro”, conta Marcelo Sebastião, diretor do ramo auto da Porto Seguro.
O desconto será concedido tanto para quem já é segurado Auto Porto Seguro, como para novos clientes que contratarem o seguro. Na renovação, o segurado poderá obter novamente a vantagem, desde que não tenha tomado pontos durante a vigência anterior. “Com esse estímulo, queremos incentivar os condutores a terem um comportamento que priorize boas práticas à direção”, explica Sebastião.
Além do benefício ‘sem pontos’, clientes Porto Seguro Auto obtêm mais descontos no valor do seguro ao pagá-lo com o cartão Porto Seguro Visa, que pode ser solicitado diretamente ao corretor. A utilização do cartão no dia a dia também gera descontos e benefícios por conta do programa de relacionamento. Saiba mais em www.cartaoportoseguro.com.br.
Multas e arrecadação recordes
Segundo números da Prefeitura de São Paulo, a aplicação de multas na cidade atingiu recorde de arrecadação em 2009: cerca de R$ 473,1 milhões, 22,6% a mais em relação a 2008. A estimativa para este ano é arrecadar cerca de R$ 495 milhões.
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Quem circular a maior parte do tempo na Região Metropolitana de São Paulo e estiver sem pontos registrados na habilitação, conta com 5% de desconto no seguro automóvel da Porto Seguro (www.portoseguro.com.br). A prática, inédita no mercado segurador, é válida a partir de 1º de março e integra uma das ações já desenvolvidas pela Companhia para estimular os motoristas a serem mais cuidadosos e gentis no trânsito, por meio do Movimento ‘Trânsito Mais Gentil’ (www.transitomaisgentil.com.br). Outro objetivo é incentivar os condutores a evitarem práticas que possam gerar autuações: só na capital paulista, quase R$ 500 milhões devem ser arrecadados com multas ao longo de 2010.
“Partimos da premissa de que os motoristas com ‘zero’ pontos na carteira devem conduzir seus veículos com mais cautela, e que isso pode ser uma decorrência de quem promove mais a gentileza no trânsito. Por isso, decidimos valorizar essa atitude com 5% de desconto no prêmio líquido do seguro”, conta Marcelo Sebastião, diretor do ramo auto da Porto Seguro.
O desconto será concedido tanto para quem já é segurado Auto Porto Seguro, como para novos clientes que contratarem o seguro. Na renovação, o segurado poderá obter novamente a vantagem, desde que não tenha tomado pontos durante a vigência anterior. “Com esse estímulo, queremos incentivar os condutores a terem um comportamento que priorize boas práticas à direção”, explica Sebastião.
Além do benefício ‘sem pontos’, clientes Porto Seguro Auto obtêm mais descontos no valor do seguro ao pagá-lo com o cartão Porto Seguro Visa, que pode ser solicitado diretamente ao corretor. A utilização do cartão no dia a dia também gera descontos e benefícios por conta do programa de relacionamento. Saiba mais em www.cartaoportoseguro.com.br.
Multas e arrecadação recordes
Segundo números da Prefeitura de São Paulo, a aplicação de multas na cidade atingiu recorde de arrecadação em 2009: cerca de R$ 473,1 milhões, 22,6% a mais em relação a 2008. A estimativa para este ano é arrecadar cerca de R$ 495 milhões.
22 setembro 2009
O Novo Ranking dos planos de Saúde
O novo ranking dos planos de saúde
Pesquisa revela os melhores e os piores na opinião dos clientes
Qual é o setor da economia que mais lhe irrita como consumidor? Qual deles cobra caro e oferece um serviço ruim? Os bancos? As operadoras de telefonia celular? O páreo é duro. Mas o pior setor é o dos planos de saúde. Pelo menos é o que aponta uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria CVA Solutions e divulgada em primeira mão por essa coluna.
Nos meses de junho e julho, foram ouvidos 5,2 mil usuários de 39 planos de saúde em São Paulo e no Rio de Janeiro. Nesse grupo, 53% têm plano de saúde oferecido pelo empregador, 35% contrataram o plano por conta própria e 12% aderiram a planos vinculados a associações ou sindicatos.Também participaram da pesquisa representantes do RH de 200 empresas nas duas cidades.
Os pesquisadores queriam saber se os clientes acham que o custo-benefício dos planos de saúde é favorável. Ou seja: queriam saber se elas acham que o dinheiro gasto é compatível com o serviço recebido. No jargão técnico, isso é chamado de “valor percebido”.
Os planos de saúde tiveram a pior nota: 6,27. Perderam para os bancos (6,52) e para as operadoras de telefonia celular (6,64). Ficaram muito atrás do setor campeão de satisfação: os de eletrodomésticos (9,28).
Não é difícil entender o que passa pela cabeça dos brasileiros quando eles fazem essa avaliação. Gastar dinheiro com uma geladeira – que dura 10, 20, anos e raramente quebra -- é um investimento muito mais seguro do que assinar uma apólice de plano de saúde.
Aderir a um plano de saúde é como brincar de cabra-cega. São tantas marcas no mercado, com preços e serviços tão heterogêneos, que ninguém sabe qual é a escolha menos arriscada. Por isso achei interessante essa pesquisa da CVA e decidi dividi-las com vocês.
A empresa perguntou aos clientes se o plano de saúde que tinham valia a pena. Dessa forma, conseguiu produzir um ranking de “valor percebido”. Acompanhe a lista:
Ranking de Valor Percebido dos Planos de Saúde – São Paulo
1 - Omint
2 - Cesp
3 - Unibanco
4 - Bradesco
5 - Porto Seguro
6 - Allianz
7 - Cassi - BB
8 - SulAmérica
9 - Itaú
10 - Amil
11 - Notredame
12 - Golden Cross
13 - Unimed
14 - Dix
15 - Medial
16 - Intermédica
17 - Marítima
18 - Green Line
19 - Amesp
20 - Samcil
Ranking de Valor Percebido dos Planos de Saúde – Rio de Janeiro
1 - Omint
2 - AMS - Petrobrás
3 - Bradesco
4 - Cassi - BB
5 - Caixa Saúde
6 - Medial
7 - Allianz
8 - Unibanco
9 - SulAmérica
10 - Amil
11 - Unimed
12 - Golden Cross
13 - Assim
14 - Marítima
15 - Dix
16 - GEAP
17 - Notredame
18 – Intermédica
Os planos de saúde precisam ter lucro num ambiente desfavorável que, segundo projeções dos especialistas, só vai piorar: a população envelhece e precisa de mais atendimento médico; os custos da tecnologia médica crescem mais do que em muitos outros setores; a parcela da população que pode pagar altas mensalidades é pequena. A solução que muitas das empresas adotam é bem conhecida de todos nós: baixar a qualidade dos serviços.
Até recentemente, as carências impediam que o cliente insatisfeito trocasse de plano. Desde abril, com a aprovação da "portabilidade", isso mudou. Quem quiser mudar de operadora não precisa mais cumprir carência nenhuma. A pesquisa da CVA Solutions revela que 54% dos entrevistados gostariam de mudar. "Aqueles que pagam um plano por conta própria não só querem como podem mudar de convênio", diz Sandro Cimatti, sócio diretor da empresa. É uma boa notícia. Isso deve aumentar a concorrência entre as empresas e favorecer os clientes. "A coisa é mais complicada para aqueles que usam o convênio escolhido pela empresa onde trabalham", diz.
As principais razões de insatisfação são: rede credenciada ruim; desconto irrisório na compra de medicamentos; reembolso baixo do valor gasto em consultas; mensalidades altas e péssimo atendimento ao cliente.
"Os clientes acham que os bancos são ganaciosos e também odeiam o atendimento das operadoras de telefonia celular", diz Cimatti. "Mas um plano de saúde ruim tem um impacto muito mais grave na vida do sujeito."
Nada se compara ao desamparo de uma mãe que está com o filho doente e não consegue autorização do plano de saúde para fazer um exame. Ou de uma pessoa com câncer que, em vez de se preocupar em brigar apenas contra a doença, gasta sua energia tentando fazer com que o convênio lhe garanta o tratamento necessário.
Há alguns dias li uma declaração do presidente americano Barack Obama que me fez lembrar dos milhões de brasileiros que sofrem com os planos de saúde. Obama pretende reformar o sistema de saúde americano, que é extremamente ineficiente: consome todos os anos 16% do PIB e ainda deixa 46 milhões de pessoas sem qualquer tipo de assistência. Obama disse que sua mãe, morta de câncer de ovário em 1995, gastou as últimas semanas de vida preocupada em saber se o seguro-saúde iria cobrir suas despesas. É assim, também, que se sentem milhões de brasileiros.
CRISTIANE SEGATTO Repórter especial, faz parte da equipe de ÉPOCA desde o lançamento da revista, em 1998. Escreve sobre medicina há 14 anos e ganhou mais de 10 prêmios nacionais de jornalismo
Pesquisa revela os melhores e os piores na opinião dos clientes
Qual é o setor da economia que mais lhe irrita como consumidor? Qual deles cobra caro e oferece um serviço ruim? Os bancos? As operadoras de telefonia celular? O páreo é duro. Mas o pior setor é o dos planos de saúde. Pelo menos é o que aponta uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria CVA Solutions e divulgada em primeira mão por essa coluna.
Nos meses de junho e julho, foram ouvidos 5,2 mil usuários de 39 planos de saúde em São Paulo e no Rio de Janeiro. Nesse grupo, 53% têm plano de saúde oferecido pelo empregador, 35% contrataram o plano por conta própria e 12% aderiram a planos vinculados a associações ou sindicatos.Também participaram da pesquisa representantes do RH de 200 empresas nas duas cidades.
Os pesquisadores queriam saber se os clientes acham que o custo-benefício dos planos de saúde é favorável. Ou seja: queriam saber se elas acham que o dinheiro gasto é compatível com o serviço recebido. No jargão técnico, isso é chamado de “valor percebido”.
Os planos de saúde tiveram a pior nota: 6,27. Perderam para os bancos (6,52) e para as operadoras de telefonia celular (6,64). Ficaram muito atrás do setor campeão de satisfação: os de eletrodomésticos (9,28).
Não é difícil entender o que passa pela cabeça dos brasileiros quando eles fazem essa avaliação. Gastar dinheiro com uma geladeira – que dura 10, 20, anos e raramente quebra -- é um investimento muito mais seguro do que assinar uma apólice de plano de saúde.
Aderir a um plano de saúde é como brincar de cabra-cega. São tantas marcas no mercado, com preços e serviços tão heterogêneos, que ninguém sabe qual é a escolha menos arriscada. Por isso achei interessante essa pesquisa da CVA e decidi dividi-las com vocês.
A empresa perguntou aos clientes se o plano de saúde que tinham valia a pena. Dessa forma, conseguiu produzir um ranking de “valor percebido”. Acompanhe a lista:
Ranking de Valor Percebido dos Planos de Saúde – São Paulo
1 - Omint
2 - Cesp
3 - Unibanco
4 - Bradesco
5 - Porto Seguro
6 - Allianz
7 - Cassi - BB
8 - SulAmérica
9 - Itaú
10 - Amil
11 - Notredame
12 - Golden Cross
13 - Unimed
14 - Dix
15 - Medial
16 - Intermédica
17 - Marítima
18 - Green Line
19 - Amesp
20 - Samcil
Ranking de Valor Percebido dos Planos de Saúde – Rio de Janeiro
1 - Omint
2 - AMS - Petrobrás
3 - Bradesco
4 - Cassi - BB
5 - Caixa Saúde
6 - Medial
7 - Allianz
8 - Unibanco
9 - SulAmérica
10 - Amil
11 - Unimed
12 - Golden Cross
13 - Assim
14 - Marítima
15 - Dix
16 - GEAP
17 - Notredame
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Os planos de saúde precisam ter lucro num ambiente desfavorável que, segundo projeções dos especialistas, só vai piorar: a população envelhece e precisa de mais atendimento médico; os custos da tecnologia médica crescem mais do que em muitos outros setores; a parcela da população que pode pagar altas mensalidades é pequena. A solução que muitas das empresas adotam é bem conhecida de todos nós: baixar a qualidade dos serviços.
Até recentemente, as carências impediam que o cliente insatisfeito trocasse de plano. Desde abril, com a aprovação da "portabilidade", isso mudou. Quem quiser mudar de operadora não precisa mais cumprir carência nenhuma. A pesquisa da CVA Solutions revela que 54% dos entrevistados gostariam de mudar. "Aqueles que pagam um plano por conta própria não só querem como podem mudar de convênio", diz Sandro Cimatti, sócio diretor da empresa. É uma boa notícia. Isso deve aumentar a concorrência entre as empresas e favorecer os clientes. "A coisa é mais complicada para aqueles que usam o convênio escolhido pela empresa onde trabalham", diz.
As principais razões de insatisfação são: rede credenciada ruim; desconto irrisório na compra de medicamentos; reembolso baixo do valor gasto em consultas; mensalidades altas e péssimo atendimento ao cliente.
"Os clientes acham que os bancos são ganaciosos e também odeiam o atendimento das operadoras de telefonia celular", diz Cimatti. "Mas um plano de saúde ruim tem um impacto muito mais grave na vida do sujeito."
Nada se compara ao desamparo de uma mãe que está com o filho doente e não consegue autorização do plano de saúde para fazer um exame. Ou de uma pessoa com câncer que, em vez de se preocupar em brigar apenas contra a doença, gasta sua energia tentando fazer com que o convênio lhe garanta o tratamento necessário.
Há alguns dias li uma declaração do presidente americano Barack Obama que me fez lembrar dos milhões de brasileiros que sofrem com os planos de saúde. Obama pretende reformar o sistema de saúde americano, que é extremamente ineficiente: consome todos os anos 16% do PIB e ainda deixa 46 milhões de pessoas sem qualquer tipo de assistência. Obama disse que sua mãe, morta de câncer de ovário em 1995, gastou as últimas semanas de vida preocupada em saber se o seguro-saúde iria cobrir suas despesas. É assim, também, que se sentem milhões de brasileiros.
CRISTIANE SEGATTO Repórter especial, faz parte da equipe de ÉPOCA desde o lançamento da revista, em 1998. Escreve sobre medicina há 14 anos e ganhou mais de 10 prêmios nacionais de jornalismo
24 agosto 2009
Itau Unibanco se associa à Porto Seguro e transfere carteira
Itaú Unibanco se associa à Porto Seguro e transfere carteira
da Folha Online
O Itaú Unibanco e a Porto Seguro informaram nesta segunda-feira que fecharam associação visando à unificação de suas operações de seguros residenciais e de automóveis. Afirmaram ainda que firmaram também acordo operacional para oferta e distribuição, em caráter exclusivo, de produtos securitários residenciais e de automóveis para os clientes da rede Itaú Unibanco no Brasil e no Uruguai.
"Estamos muito felizes com esta associação, pois traz a liderança em seguros nos ramos de automóvel e residência, com 3,4 milhões de automóveis e 1,2 milhão de residências seguradas. Vamos poder oferecer aos clientes uma gama diversificada de produtos e serviços através das diversas empresas que passam a compor o grupo", afirmou Roberto Setubal, presidente do Itaú Unibanco.
"Com esta operação, a Porto Seguro e o Itaú Unibanco passarão a oferecer o que há de mais completo no mercado brasileiro para seus milhões de clientes", disse Jayme Garfinkel, presidente da Porto Seguro.
A associação das duas empresas será implementada por meio de uma reorganização societária. O Itaú Unibanco realizará a transferência da totalidade de ativos e passivos relacionados à sua atual carteira de seguros residenciais e de automóveis para companhia que será denominada Itaú Unibanco Seguros de Automóvel e Residência.
PUBLICIDADE
Essa companhia, com patrimônio líquido de R$ 950 milhões, será transferida para a Porto Seguro.
Os executivos e colaboradores do Itaú Unibanco que atuam na área de seguros de automóvel e residência serão alocados na Itaú Unibanco Seguros de Automóvel e Residência.
A Porto Seguro, em contrapartida, emitirá ações que representarão 30% de seu novo capital social, as quais serão entregues ao Itaú Unibanco.
Os controladores da Porto Seguro e do Itaú Unibanco constituirão nova sociedade que será denominada Porto Seguro Itaú Unibanco Participações para a qual aportarão a totalidade de suas ações de emissão da Porto Seguro.
Os atuais controladores da Porto Seguro controlarão a PSIUPAR que, por sua vez, será a controladora direta da Porto Seguro. Ao final da reorganização, a PSIUPAR e a Porto Seguro terão a seguinte composição acionária: Os controladores da Porto Seguro terão 57% da PSIUPAR e o Itaú Unibanco 43%. A PSIUPAR terá 70% da Porto Seguro, permanecendo os demais 30% no mercado. A Porto Seguro deterá 99,9% das subsidiárias da mesma e também deterá 99,9% da Itaú Unibanco Seguro de Automóvel e Residência.
A Itaú Unibanco Seguros de Automóvel e Residência passará a ser gerida pela Porto Seguro que assim contará com as marcas Porto Seguro, Itaú Unibanco e Azul, que serão oferecidas em todos os canais de venda, por meio de diferentes produtos e serviços.
Bradesco
Na semana passada, a Porto Seguro anunciou que encerrou sem acordo discussões que vinha mantendo com o Bradesco para combinação de operações.
As negociações com o Bradesco vinham acontecendo desde o final de junho, segundo a Porto Seguro.
O vice-presidente da Bradesco Seguros e Previdência, Samuel Monteiro dos Santos Júnior, chegou a afirmar no início do mês que as negociações com a Porto Seguro poderiam levar à compra da carteira de seguros de automóveis da empresa.
da Folha Online
O Itaú Unibanco e a Porto Seguro informaram nesta segunda-feira que fecharam associação visando à unificação de suas operações de seguros residenciais e de automóveis. Afirmaram ainda que firmaram também acordo operacional para oferta e distribuição, em caráter exclusivo, de produtos securitários residenciais e de automóveis para os clientes da rede Itaú Unibanco no Brasil e no Uruguai.
"Estamos muito felizes com esta associação, pois traz a liderança em seguros nos ramos de automóvel e residência, com 3,4 milhões de automóveis e 1,2 milhão de residências seguradas. Vamos poder oferecer aos clientes uma gama diversificada de produtos e serviços através das diversas empresas que passam a compor o grupo", afirmou Roberto Setubal, presidente do Itaú Unibanco.
"Com esta operação, a Porto Seguro e o Itaú Unibanco passarão a oferecer o que há de mais completo no mercado brasileiro para seus milhões de clientes", disse Jayme Garfinkel, presidente da Porto Seguro.
A associação das duas empresas será implementada por meio de uma reorganização societária. O Itaú Unibanco realizará a transferência da totalidade de ativos e passivos relacionados à sua atual carteira de seguros residenciais e de automóveis para companhia que será denominada Itaú Unibanco Seguros de Automóvel e Residência.
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Essa companhia, com patrimônio líquido de R$ 950 milhões, será transferida para a Porto Seguro.
Os executivos e colaboradores do Itaú Unibanco que atuam na área de seguros de automóvel e residência serão alocados na Itaú Unibanco Seguros de Automóvel e Residência.
A Porto Seguro, em contrapartida, emitirá ações que representarão 30% de seu novo capital social, as quais serão entregues ao Itaú Unibanco.
Os controladores da Porto Seguro e do Itaú Unibanco constituirão nova sociedade que será denominada Porto Seguro Itaú Unibanco Participações para a qual aportarão a totalidade de suas ações de emissão da Porto Seguro.
Os atuais controladores da Porto Seguro controlarão a PSIUPAR que, por sua vez, será a controladora direta da Porto Seguro. Ao final da reorganização, a PSIUPAR e a Porto Seguro terão a seguinte composição acionária: Os controladores da Porto Seguro terão 57% da PSIUPAR e o Itaú Unibanco 43%. A PSIUPAR terá 70% da Porto Seguro, permanecendo os demais 30% no mercado. A Porto Seguro deterá 99,9% das subsidiárias da mesma e também deterá 99,9% da Itaú Unibanco Seguro de Automóvel e Residência.
A Itaú Unibanco Seguros de Automóvel e Residência passará a ser gerida pela Porto Seguro que assim contará com as marcas Porto Seguro, Itaú Unibanco e Azul, que serão oferecidas em todos os canais de venda, por meio de diferentes produtos e serviços.
Bradesco
Na semana passada, a Porto Seguro anunciou que encerrou sem acordo discussões que vinha mantendo com o Bradesco para combinação de operações.
As negociações com o Bradesco vinham acontecendo desde o final de junho, segundo a Porto Seguro.
O vice-presidente da Bradesco Seguros e Previdência, Samuel Monteiro dos Santos Júnior, chegou a afirmar no início do mês que as negociações com a Porto Seguro poderiam levar à compra da carteira de seguros de automóveis da empresa.
22 agosto 2009
Por que seguros iguais não têm o mesmo preço?
ANTONIO PENTEADO MENDONÇA Sobre o preço dos seguros
Uma pergunta comum é por que seguros iguais não têm o mesmo preço?
A resposta é simples: não existe seguro igual. O que há são seguros semelhantes e eles não só podem, como devem, ter preços diferentes, justamente por não serem iguais.
Quando essa verdade se aplica a uma única seguradora e uma determinada carteira em que ela opera, a diferença de preço fica por conta das diferenças entre cada um dos riscos que lhe é oferecido. Na medida que cada segurado é um segurado, e cada risco é um risco, não há como se imaginar dois seguros exatamente iguais, por mais parecidos que sejam.
Essa diferença pode ou não significar uma diferença de preço. Afinal, mesmo não sendo iguais, mas semelhantes, a taxação de dois riscos pode acabar dando no mesmo prêmio, em função das condições comerciais da seguradora. O produto pode não descer a um grau de tipificação tão detalhado, ou as diferenças podem não significar agravamento de risco, daí o prêmio ser igual, ainda que havendo diferenças entre cada um dos seguros cotados.
Mas mesmo na mesma seguradora e com riscos semelhantes, a igualdade de preço não é regra obrigatória. Tanto isso é verdade que o questionário do perfil do segurado foi desenvolvido justamente para permitir uma taxação mais exata de cada risco, levando em conta as particularidades de cada motorista e do uso do veículo, o que pode resultar em preços diferentes para seguros hipoteticamente semelhantes. Por exemplo, dois carros do mesmo modelo e ano de fabricação, podem ter preços de seguro diferentes, em função do uso ou do motorista não serem iguais.
E a mesma regra se aplica aos outros tipos de seguros comercializados por cada seguradora. É por essa razão que determinados seguros de incêndio exigem vistoria prévia. É através dela que a seguradora irá se posicionar quanto à aceitação, taxas e condições. E essa vistoria pode resultar em prêmios diferentes, por exemplo, para duas padarias teoricamente iguais, mas localizadas em bairros diferentes.
Esse princípio vale para todos os seguros e só não é aplicado à exaustão porque seguro é um negócio, em média, de massa, e aí o volume compensa as pequenas diferenças entre cada risco.
Se essa regra vale para os riscos de uma única seguradora, sua validade é muito maior quando se trata de diferença de preços entre duas companhias de seguros diferentes, ainda que operando em riscos semelhantes e na mesma praça.
Existe uma série de razões para duas companhias de seguros terem preços diferentes em carteiras de seguros semelhantes. A primeira e mais importante delas é que se tratam de duas companhias diferentes, com estruturas de custos diferentes, em virtude das particularidades de cada uma delas.
Essas diferenças se refletem necessariamente no preço final de seus produtos, por conta das tipicidades operacionais e administrativas de cada uma delas. Todavia, não é obrigatório que a que tem o preço mais alto em automóvel tenha também o preço mais alto em incêndio.
É preciso não esquecer que cada companhia decide onde investir mais, em que seguros se especializar, em que tipo de comercialização apostar, quais campanhas de marketing são importantes e como implantá-las.
Algumas seguradoras terceirizam uma série de serviços. Outras trabalham fundamentalmente com equipe própria. Uma prefere investir numa determinada região, outra atua no país inteiro. Uma prioriza nichos específicos de coberturas, outra trabalha produtos de massa, como automóvel. Uma tem forte concorrência, outra enfrenta poucas rivais em seus nichos de mercado, etc.
Cada uma dessas variáveis faz com que as seguradoras tenham preços próprios para seus seguros. Mais do que isso, faz com que haja variações entre diferentes riscos, dentro de uma mesma carteira. Essa regra se aplica a todos os seguros e a todas as seguradoras. E é bom que seja assim, porque graças a ela a concorrência trabalha a favor do segurado.
Fonte: http://www.mp.sp.gov.br/portal/page/portal/clipping/publicacao_clipping/2004/Junho/sobre_o_pre%C3%A7o_dos_seguros.htm
Uma pergunta comum é por que seguros iguais não têm o mesmo preço?
A resposta é simples: não existe seguro igual. O que há são seguros semelhantes e eles não só podem, como devem, ter preços diferentes, justamente por não serem iguais.
Quando essa verdade se aplica a uma única seguradora e uma determinada carteira em que ela opera, a diferença de preço fica por conta das diferenças entre cada um dos riscos que lhe é oferecido. Na medida que cada segurado é um segurado, e cada risco é um risco, não há como se imaginar dois seguros exatamente iguais, por mais parecidos que sejam.
Essa diferença pode ou não significar uma diferença de preço. Afinal, mesmo não sendo iguais, mas semelhantes, a taxação de dois riscos pode acabar dando no mesmo prêmio, em função das condições comerciais da seguradora. O produto pode não descer a um grau de tipificação tão detalhado, ou as diferenças podem não significar agravamento de risco, daí o prêmio ser igual, ainda que havendo diferenças entre cada um dos seguros cotados.
Mas mesmo na mesma seguradora e com riscos semelhantes, a igualdade de preço não é regra obrigatória. Tanto isso é verdade que o questionário do perfil do segurado foi desenvolvido justamente para permitir uma taxação mais exata de cada risco, levando em conta as particularidades de cada motorista e do uso do veículo, o que pode resultar em preços diferentes para seguros hipoteticamente semelhantes. Por exemplo, dois carros do mesmo modelo e ano de fabricação, podem ter preços de seguro diferentes, em função do uso ou do motorista não serem iguais.
E a mesma regra se aplica aos outros tipos de seguros comercializados por cada seguradora. É por essa razão que determinados seguros de incêndio exigem vistoria prévia. É através dela que a seguradora irá se posicionar quanto à aceitação, taxas e condições. E essa vistoria pode resultar em prêmios diferentes, por exemplo, para duas padarias teoricamente iguais, mas localizadas em bairros diferentes.
Esse princípio vale para todos os seguros e só não é aplicado à exaustão porque seguro é um negócio, em média, de massa, e aí o volume compensa as pequenas diferenças entre cada risco.
Se essa regra vale para os riscos de uma única seguradora, sua validade é muito maior quando se trata de diferença de preços entre duas companhias de seguros diferentes, ainda que operando em riscos semelhantes e na mesma praça.
Existe uma série de razões para duas companhias de seguros terem preços diferentes em carteiras de seguros semelhantes. A primeira e mais importante delas é que se tratam de duas companhias diferentes, com estruturas de custos diferentes, em virtude das particularidades de cada uma delas.
Essas diferenças se refletem necessariamente no preço final de seus produtos, por conta das tipicidades operacionais e administrativas de cada uma delas. Todavia, não é obrigatório que a que tem o preço mais alto em automóvel tenha também o preço mais alto em incêndio.
É preciso não esquecer que cada companhia decide onde investir mais, em que seguros se especializar, em que tipo de comercialização apostar, quais campanhas de marketing são importantes e como implantá-las.
Algumas seguradoras terceirizam uma série de serviços. Outras trabalham fundamentalmente com equipe própria. Uma prefere investir numa determinada região, outra atua no país inteiro. Uma prioriza nichos específicos de coberturas, outra trabalha produtos de massa, como automóvel. Uma tem forte concorrência, outra enfrenta poucas rivais em seus nichos de mercado, etc.
Cada uma dessas variáveis faz com que as seguradoras tenham preços próprios para seus seguros. Mais do que isso, faz com que haja variações entre diferentes riscos, dentro de uma mesma carteira. Essa regra se aplica a todos os seguros e a todas as seguradoras. E é bom que seja assim, porque graças a ela a concorrência trabalha a favor do segurado.
Fonte: http://www.mp.sp.gov.br/portal/page/portal/clipping/publicacao_clipping/2004/Junho/sobre_o_pre%C3%A7o_dos_seguros.htm
17 fevereiro 2009

Os 10 carros mais roubados no Brasil.
A Susep (Superintendência de Seguros Privados) organiza um índice que prevê o número de carros roubados em todo o país. O índice é feito a partir de estatísticas de roubos/furtos de veículos segurados no mercado brasileiro. Para calcular o índice que mostram quais são os automóveis mais roubados, a Susep divide o número de sinistros ocorridos e o número de veículos segurados na região de ocorrência do sinistro.
Esta lista tem como objetivo manter o consumidor informado e, assim, dar transparência à operação de seguros.
O curioso na lista dos 10 veículos mais visados pelos ladrões é que os modelos mais populares lideram o ranking, em detrimento dos carrões de luxo, como o Toyota Corolla que ocupa a última posição.
Veja a lista abaixo:
A Susep (Superintendência de Seguros Privados) organiza um índice que prevê o número de carros roubados em todo o país. O índice é feito a partir de estatísticas de roubos/furtos de veículos segurados no mercado brasileiro. Para calcular o índice que mostram quais são os automóveis mais roubados, a Susep divide o número de sinistros ocorridos e o número de veículos segurados na região de ocorrência do sinistro.
Esta lista tem como objetivo manter o consumidor informado e, assim, dar transparência à operação de seguros.
O curioso na lista dos 10 veículos mais visados pelos ladrões é que os modelos mais populares lideram o ranking, em detrimento dos carrões de luxo, como o Toyota Corolla que ocupa a última posição.
Veja a lista abaixo:
1º. Volkswagen Gol acima de 1.0
2º. Volkswagen Gol 1.0
3º. Fiat Uno 1.0
4º. Chevrolet Astra
5º. Fiat Palio 1.0
6º. Peugeot 206
7º. Chevrolet Celta 1.0
8º. Chevrolet Corsa 1.0
9º. Ford Fiesta 1.0
10º. Toyota Corolla
Fonte: Yahoo Notícias 03/02/2009
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